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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Editorial do Estadão desta quarta-feira, 13, trata das mazelas que poderão ser provenientes do acordão entre Jair Bolsonaro e o Centrão. “A concretização do acordo de Jair Bolsonaro com o Centrão representa o abandono da política prometida na campanha, escanteando a um só tempo o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Tal como Lula e Dilma fizeram, o tal pacto levaria o País à garra por meio da irresponsabilidade fiscal, tudo em troca de apoio político-eleitoral. De forma trágica e dolorosa, o País vê como bolsonarismo e lulopetismo são semelhantes, se não nos meios empregados, certamente quanto aos fins que almejam.”

O jornal continua nas críticas a Bolsonaro ao falar que os problemas advindos do estilo presidencial irão durar muito mais tempo do que a pandemia de coronavírus. “A estratégia é óbvia: preocupado exclusivamente com sua reeleição e com seu projeto autoritário, Bolsonaro quer fazer crer que a pandemia não passa de ‘histeria’ para prejudicar seu governo e que tudo seria diferente se os ‘inimigos do Brasil’, como ele chama aqueles que impõem limites a seu poder, parassem de sabotá-lo.”

O terceiro editorial volta a tratar dos ataques de Bolsonaro contra a Constituição ao participar de manifestações anti-democráticas. “Delineia-se um quadro grave de ameaça e afronta à Constituição e às instituições. Em intervalo de menos de um mês, o presidente Bolsonaro participou de manifestações antidemocráticas, que pediam intervenção militar e fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro acusou Jair Bolsonaro de tentar interferir politicamente na Polícia Federal (PF), com um plano que incluía a exoneração do então diretor-geral da PF Maurício Valeixo, tal como efetivamente ocorreu.”

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