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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Editorial do Estadão desta sexta-feira, 12, trata da prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses em meio à pandemia do novo coronavírus. “Milhões de famílias serão beneficiadas e a economia ganhará algum alento, numa das piores crises da história republicana, se o governo prorrogar medidas emergenciais implantadas em abril. Preservar o poder de consumo dos mais vulneráveis servirá a dois propósitos muito importantes – garantir um mínimo de bem-estar a um enorme número de pessoas e injetar algum combustível nos negócios. O ministro da Economia, Paulo Guedes, já indicou a disposição de manter as ações de apoio por algum tempo e congressistas dão suporte à ideia.”

Também aborda a situação das favelas no cenário pós-pandemia. “O nascimento do urbanismo está visceralmente ligado às políticas sanitárias resultantes do surto de urbanização desencadeado pela revolução industrial. As quadras espaçadas e ruas retilíneas que redefiniram Londres e Paris no século 19, por exemplo, foram primariamente motivadas pela necessidade de ambientes mais salubres e de distribuição de água para conter ou evitar doenças como a cólera.”

E discute a recriação, pelo presidente Jair Bolsonaro, do Ministério da Comunicação, que tem sido chamado de Ministério da Propaganda. A nova pasta vai incorporar a Secretaria de Comunicação (Secom), responsável pela propaganda oficial do governo e que hoje está subordinada ao general Luiz Eduardo Ramos, ministro da Secretaria de Governo. O secretário Fábio Wajngarten, atual titular da Secom, será o secretário executivo das Comunicações. O presidente, portanto, não estava descontente com o trabalho de Wajngarten – que frequentemente hostiliza a imprensa nas redes sociais -, pois ele terá mais poder e recursos para suas diatribes.”