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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta quarta-feira, 17, editorial do Estadão fala sobre a eterna prolongação dada pelo governo para as reformas. “Um governo que trabalha apenas para dar sobrevida política ao presidente da República dificilmente será capaz de propor as reformas de que o Brasil urgentemente precisa e, mais, de articular sua aprovação no Congresso. Mesmo antes da presente crise, quando a continuidade do mandato de Jair Bolsonaro não estava em questão e não havia a emergência nacional causada pela pandemia de covid-19, a agenda de reformas não era tratada com a devida seriedade pelo governo. Nada mudou de lá para cá – com a agravante de que a monopolização das atenções do Congresso para o combate aos efeitos da pandemia deu a um presidente tão desinteressado nas reformas que prometeu o pretexto ideal para deixá-las para o Dia de São Nunca.”

O jornal também fala do tarefa que cabe a Augusto Aras diante do “pedido” de Bolsonaro para sua militância entrar em hospitais para tentar provar que eles estão vazios. “Augusto Aras está em posição segura, não tendo necessidade de agradar ao presidente Bolsonaro. A Constituição assegura que eventual ‘destituição do procurador-geral da República, por iniciativa do presidente da República, deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal’. O procurador-geral da República tem, portanto, as garantias constitucionais necessárias para cumprir de forma isenta seu dever. Seu único compromisso pode e deve ser apenas com a lei.”

Fala em terceiro texto sobre a importância de ter, neste momento de pandemia, ter a liderança do presidente da República. “Seria de suma importância para a Nação poder contar com a liderança do presidente da República na condução da gravíssima crise sanitária, social e econômica que ora o Brasil atravessa. Ouvir sua firme voz de comando, deixar-se guiar por suas orientações prudentes e sentir o amparo advindo da genuína empatia da máxima autoridade executiva do País faria a Nação lidar melhor com as dificuldades de hoje e temer um pouco menos o futuro. Mas o Brasil é presidido por Jair Bolsonaro, de quem não se pode esperar nada disso, seja porque ele é desprovido das qualidades mínimas que um presidente deve ter, seja porque o interesse nacional seria sempre sobreposto por seus interesses particulares.”

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