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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta segunda-feira, 29, editorial do Estadão lamenta a falta de entendimento entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, no combate ao coronavírus. “No auge da guerra fria entre os Estados Unidos e a então União Soviética, dizia-se que apenas uma grande e inesperada ameaça comum, como uma invasão alienígena, seria capaz de unir as duas superpotências em torno de um projeto de cooperação global. Hoje o planeta se vê às voltas com um problema bem mais concreto e letal do que um ataque de marcianos hostis, a pandemia de covid-19, mas nem Donald Trump nem Xi Jinping parecem dispostos a conduzir um entendimento entre os Estados Unidos e a China, os superpoderosos do século 21, na direção de um plano global para enfrentamento dos efeitos da doença.”

O jornal também fala sobre o aumento da violência policial, que provocou uma reação do governador de São Paulo, João Doria. “O aumento do número de casos de violência policial em São Paulo, notadamente os que envolvem policiais militares, é mais uma aflição para a população do Estado em meio à pandemia, sobretudo nas periferias da capital paulista e nos municípios da Grande São Paulo, como Carapicuíba. Há poucos dias, PMs foram flagrados espancando um homem rendido no Jaçanã, na zona norte da capital. O mesmo aconteceu recentemente na Vila Clara, na zona sul. Um PM é suspeito de matar o adolescente Guilherme Silva Guedes, de 15 anos, morador de Diadema. São comportamentos inaceitáveis para as forças policiais de um país democrático como o Brasil, em especial no Estado com mais condições de oferecer treinamento e infraestrutura para o bom exercício da atividade policial.’

O jornal trata em outro texto das divergências entre os Poderes, que classifica como parte da democracia. “Em palestra virtual sobre o papel dos tribunais após a pandemia de covid-19, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a defender a independência do Judiciário e afirmou que, se há uma crise entre os Poderes, a responsabilidade não é da Justiça. Suas instâncias superiores têm cumprido seu papel constitucional, uniformizando entendimentos, consolidando jurisprudência e oferecendo segurança jurídica à sociedade, disse o ministro, que dentro de três meses assumirá a presidência da Suprema Corte.”

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