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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta quinta-feira, 2, o Estadão trata da saída de Carlos Decotelli do MEC após as denúncias sobre seu currículio inflado. “Assim, a pasta da Educação acumulou, no governo de Jair Bolsonaro, mais uma triste história. Além de ter batido recordes de ineficiência e agressividade, o ministro anterior, sr. Abraham Weintraub, saiu às pressas do País. O imbróglio de sua exoneração mostrou que o responsável, no plano federal, por orientar e coordenar a formação das novas gerações estava mais preocupado em escapar das consequências da lei brasileira. Dias antes, o STF mantivera-o como investigado no inquérito referente a ameaças contra a Corte.”

O jornal também trata da onda de lideranças populistas pelo mundo e como elas se mostram incapazes em meio à pandemia. “A pandemia de covid-19 deixou ainda mais claro o absoluto despreparo de líderes populistas para governar seus concidadãos. Na grande maioria dos casos, populistas se revelam muito competentes para vencer eleições, não para bem governar. Governar é uma arte que muitos já mostraram dominar desde a Politeia, com maior ou menor grau de destaque. Entretanto, governar no curso de uma crise da magnitude da atual é coisa para poucos. Superar os desafios impostos por uma crise global e com múltiplos desdobramentos – sanitários, econômicos, geopolíticos, sociais e culturais – exige dos governantes uma habilidade política sem igual e atributos pessoais que, em geral, distinguem aqueles que entram para a história como estadistas.”

Em terceiro editorial, o Estadão discute a prorrogação do auxílio emergencial. “Milhões de pessoas poderão continuar comendo, enquanto a economia estiver deixando a pior fase da crise, graças à prorrogação do auxílio emergencial. Além disso, a injeção de mais R$ 1.200 no orçamento de cada família inscrita no programa poderá dar mais um empurrão no consumo, contribuindo para a retomada, ainda muito lenta, do comércio, dos serviços e da indústria. O caráter humanitário bastaria para justificar o gasto público adicional de R$ 101,6 bilhões. Essa despesa, porém, é também funcional do ponto de vista macroeconômico. De toda forma, cada bilhão a mais aplicado em ações anticrise tornará mais difícil arrumar as contas públicas a partir de janeiro. Mas há motivos muito bons para aceitar essa complicação.”

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