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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Neste sábado, editorial do Estadão trata da futura indicação de Jair Bolsonaro para o lugar de Celso de Mello no STF. “Diante das afrontas do presidente Jair Bolsonaro e seu entorno ao Supremo Tribunal Federal (STF), as atenções estão voltadas para o nome que ele indicará para substituir o ministro Celso de Mello, que completará 75 anos em novembro – idade máxima para permanecer na ativa. Além de decano da Corte, ele é o relator do pedido de abertura de inquérito enviado pela Procuradoria-Geral da República contra Bolsonaro para apurar seu envolvimento em crimes denunciados pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro. Mello também se tornou a voz de autoridade institucional do STF, respondendo às diatribes contra a democracia feitas por Bolsonaro. ”

Saindo do nosso território tupiniquim, o jornal também trata dos avanços da China sobre Hong Kong. “No período de pouco menos de dois meses, enquanto as atenções do mundo estavam voltadas para o enfrentamento da pandemia de covid-19, o governo de Pequim anunciou um draconiano projeto de lei de segurança nacional para Hong Kong, fez aprovar o novo marco legal no Congresso do Povo e o implementou a ferro e fogo na região autônoma especial no último dia 30. Foi uma reação da ditadura chinesa à suposta “fraqueza” do governo autônomo de Hong Kong, que não conseguiu aprovar legislação semelhante por força de uma série de manifestações pró-democracia no território.”

O último editorial trata do futuro do Mercosul. “Comprometendo-se com o que chamou de ‘mercorrealismo’ – contrapondo-o ao ‘merco-otimismo’ e ao ‘mercopessimismo’ –, o presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, assumiu a presidência rotativa do Mercosul durante a cúpula do grupo realizada pela primeira vez por videoconferência. Em seu discurso, como constatação da notória divergência entre dirigentes de países do bloco, afirmou que ‘a vocação ideológica de cada um’ não deve comprometer os esforços de integração da região. ‘Somos governantes circunstanciais’, completou, como a lembrar que o bloco dos países do Cone Sul, que começou a ser formado na década de 1980, sobreviverá aos mandatos dos atuais governantes.”

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