Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

Exclusivo para assinantes

Nesta terça-feira, 14, o Estadão discute o “buraco” que a pandemia deixará se não houver mudanças na qualidade de vida de milhões de brasileiros atualmente desassistidos. “O Brasil chegou a 72.100 mortos por covid-19 no fim de semana passado, de acordo com os dados oficiais. Este morticínio sem precedentes na história recente do País será reduzido a um buraco de dor e indignação na alma nacional se dele a Nação não for capaz de extrair algum sentido e unir todas as suas forças para empreender as mudanças necessárias à melhoria da qualidade de vida de milhões de cidadãos desassistidos e, assim, tornar esta terra um lugar menos hostil para viver com pouco ou quase nenhum dinheiro.”

O jornal avalia também a mais recente projeção do mercado para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2020. “O tombo será feio, mas nem tanto, segundo as novas avaliações do mercado financeiro. Lojistas se queixam do movimento ainda fraco, empresas quebram e marcas tradicionais desaparecem, mas as bolas de cristal dos economistas estão mais luminosas e coloridas. Especialistas de bancos e de grandes consultorias passam a limpo suas estimativas e parecem mudar de humor. A economia brasileira deve encolher 6,10% em 2020, segundo a mediana das projeções da 

. Será a maior queda econômica registrada no Brasil em apenas um ano, se o número for confirmado. Nesta altura, no entanto, esse cálculo indica perspectivas mais animadoras.”

Ainda propõe um debate sobre a tramitação do PL das Fake News. “A desinformação – que engloba as fake news e outras mensagens equivocadas produzidas e disseminadas com o intuito de causar dano – produz severos efeitos sociais e políticos, distorcendo o funcionamento do regime democrático e pondo em risco a convivência pacífica numa sociedade plural. É necessário, portanto, um marco jurídico adequado sobre o tema, que proteja de fato, nos dias de hoje, as liberdades e garantias fundamentais. A legislação clássica relativa aos crimes contra a honra – calúnia, injúria e difamação – é notadamente insuficiente para proteger todos os bens jurídicos envolvidos na desinformação disseminada no mundo virtual.”

Tudo o que sabemos sobre:

Editorial Estadão