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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta sexta-feira, 16, editorial do Estadão trata da importância das eleições municipais. “É impossível achar que as eleições municipais são uma questão menor, desimportante. O descuido com a esfera municipal tem efeitos imediatos sobre a população. E tem também outra consequência, menos notada, mas especialmente duradoura, sobre toda a política nacional. As novas lideranças políticas nascem no âmbito local. É nas eleições municipais que o eleitor tem maior proximidade com aqueles que, depois, estarão na esfera estadual e na federal. Por isso, votar irresponsavelmente no município significa alçar a uma posição de destaque pessoas que talvez não tenham as necessárias condições de caráter e competência para a política. De forma muito realista, as eleições municipais são oportunidade privilegiada de exercício de cidadania, de cuidado com a coletividade e de responsabilidade para com o País.”

O jornal discute também a lenta retomada da economia. “O Brasil se move, mas falta uma longa subida para a economia atingir o patamar de fevereiro, anterior à queda de 13,9% acumulada em março e abril. Mesmo com o crescimento de maio, de 0,7%, a situação ainda é de muita fragilidade, alertou o pesquisador Claudio Considera, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao apresentar os novos números do Monitor do PIB. Elaborado mensalmente, o Monitor tem sido, há anos, a antecipação mais detalhada e mais precisa dos dados oficiais do Produto Interno Bruto (PIB). No trimestre móvel terminado em maio a queda foi de 10,5% em relação ao período encerrado em fevereiro.”

A questão ambiental, que tomou conta de boa parte do noticiário da semana, também é tema de editorial. “O presidente Jair Bolsonaro tem sido muito pressionado para mudar a política de descaso com o meio ambiente que é a marca de sua gestão nesta área vital para o País e o mundo. Enquanto a pressão era exercida apenas por organizações não governamentais e grupos ambientalistas do Brasil e do exterior, tachados de “esquerdistas”, o governo fazia ouvidos moucos e deixava correr solto o desmatamento ilegal e as queimadas na Amazônia, além de fazer vista grossa para ocupações ilegais da terra para fins de grilagem e garimpo. Assim foi durante um ano e meio de mandato, período em que foram registrados recordes de devastação da floresta, em especial nos últimos meses.”

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