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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

Em editorial desta terça, 7, o Estadão aborda as expectativas de crescimento da economia para 2020. Lembra que somente uma vez, entre 2015 e 2019, o desempenho econômico foi melhor que o apontado em início de ano pelo Banco Central: em 2017. “Faltam informações, ainda, para uma revisão das estimativas. De toda forma, dificilmente o balanço de 2019 será muito melhor do que hoje se estima. O primeiro semestre foi pantanoso, com pequeníssima reação no período de abril a junho. O desemprego se manteve próximo de 12% na maior parte do ano. No trimestre móvel encerrado em novembro ainda havia 11,9 milhões de desocupados e 26,6 milhões de pessoas subutilizadas. Números como esses foram tratados pelo governo, durante a maior parte do ano, como detalhes desimportantes. Só a partir de setembro surgiram os primeiros estímulos proporcionados pelo Executivo”.

No editorial seguinte, aborda o “acinte” da Medida Provisória (MP) 905/19, que criou o Programa Verde Amarelo, para promover a geração de vagas de trabalho para jovens entre 18 e 29 anos. “A proposta da MP 905/19 é escandalosa. Sob o pretexto de assegurar uma fonte de custeio para o programa de estímulo ao emprego, o governo criou uma taxação sobre os desempregados, taxação essa que, além de ultrapassar o valor total do programa, não tem nenhuma proporção com o seu custo real. Para uma despesa variável, o governo criou uma receita fixa sobre a parcela mais vulnerável da população, os desempregados.”

No último texto, o jornal fala da retórica de guerra do presidente Donald Trump no episódio da morte do líder iraninano Qassim Suleimani, da Força Quds, grupo de elite da Guarda Revolucionária do Irã. “O tempo irá dizer se o ataque mortal ordenado pelo presidente Donald Trump foi ou não “um passo aventureiro” dado pelos Estados Unidos no Oriente Médio. Fato é que dois de seus antecessores, os ex-presidentes George W. Bush e Barack Obama, tiveram a chance de eliminar Suleimani, figura central no planejamento e execução de ações hostis aos Estados Unidos na região, e não o fizeram.”

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