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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta sexta-feira, 31 de julho, o Estadão discute a importância das ações do Congresso ante as políticas ambientais do governo de Jair Bolsonaro. “Evidente que há um entulho legislativo sobre as questões relativas à proteção ambiental – que vem de anos – que não só pode, como deve ser saneado a fim de modernizar o marco regulatório sobre o tema e compatibilizar desenvolvimento econômico e preservação de biomas, recursos naturais e, especialmente, dos meios de vida dos chamados “povos da floresta”. Outra coisa, muito diferente, é a política do Ministério do Meio Ambiente nesses 19 meses de governo Jair Bolsonaro. Não é uma política de conciliação entre interesses aparentemente distintos, de respeito aos fatos da natureza, à ciência, à vida e ao progresso econômico. É uma política, se assim pode ser chamada, de absoluto descaso com toda e qualquer ação que envolva proteção ambiental – esta uma agenda de “esquerdistas” no obtuso olhar de certos círculos do Executivo federal.”

O jornal traz também uma crítica a “fantasia liberal” que o governo veste. “Essa fantasia liberal é apenas uma das facetas de um governo composto, em sua maioria, por pessoas que jamais se prepararam para governar o País. Com uma dose de boa vontade, pode-se dizer que, no máximo, se prepararam para vencer uma eleição. É coisa bem distinta.”

A publicação ainda enaltece a atuação do Sistema Único de Saúde (SUS). “Já havia razões de sobra para que todos os brasileiros pudessem se orgulhar do Sistema Único de Saúde (SUS), seguramente uma das maiores conquistas civilizatórias da sociedade no século passado. A pandemia de covid-19, a mais grave emergência sanitária que se abateu sobre o País desde a gripe espanhola de 1918-1920, só realçou a essencialidade de um sistema de saúde público e universal, sobretudo em um país com desigualdades sociais e econômicas tão profundas como o Brasil. Mas a grandeza do SUS vai além do papel central do sistema no socorro à esmagadora maioria dos infectados pelo novo coronavírus.”

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