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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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O Estadão desta quarta-feira, 4, trata com preocupação o “relaxamento” das medidas de isolamento social em boa parte das cidades do Brasil. E faz um aviso: a pandemia ainda não acabou. “Esse retorno desordenado à chamada vida normal é preocupante. Muitos cidadãos perderam o medo de sair de casa e, sem os devidos cuidados, voltar a provocar aglomerações, andar sem máscara e passear. O que dizer da quantidade de pessoas que se amontoaram na orla da zona sul do Rio no fim de semana passado? Já foi amplamente esclarecido que práticas ao ar livre não são prejudiciais à saúde, ao contrário, mas desde que sejam respeitados o distanciamento social e o uso correto de máscaras. As imagens que foram divulgadas pela imprensa falam por si sós.”

A sucessão de recordes em queimadas e desmatamentos em biomas brasileiros é tema de segundo editorial. “A sucessão de recordes de desmatamento e queimadas ilegais na Região Amazônica tem sido rotina no governo de um presidente que vê a proteção ambiental como uma causa menor, uma agenda de “esquerdistas” que merece nada além de seu mais absoluto desprezo. Jair Bolsonaro, não é de hoje, tem mostrado dificuldade para compreender que desenvolvimento econômico e preservação do meio ambiente não são agendas antitéticas, e sim políticas indissociáveis no mundo moderno. A sua obtusa visão da chamada questão ambiental é uma das razões pelas quais o Brasil hoje é tido como um pária internacional.”

O jornal também destaca seu especial sobre os desafios empresariais causados pela pandemia. “Como em todas as dimensões sociais, a pandemia impôs mudanças radicais na rotina das empresas. O desafio é distinguir quais delas são uma reação à crise e desaparecerão quando ela se for, e quais são transformações permanentes apenas aceleradas por ela. Em reportagem especial sobre O desafio dos presidentes das grandes empresas durante a pandemia, o Estado consultou executivos de empresas destacadas para compreender como eles têm se adaptado a um cenário de incertezas.”

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