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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Editorial do Estadão desta quinta-feira, 27, comenta o fato de o governo não entregar o “big bang” prometido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, com o lançamento do Renda Brasil. “Segundo consta, Bolsonaro achou muito baixo o valor médio de R$ 247 proposto pelo Ministério da Economia para ser pago aos beneficiários do Renda Brasil, um dos principais programas do tal “big bang”. Das duas, uma: ou o presidente havia concordado com tudo o que fora proposto pelo seu ministro da Economia e na última hora mudou de ideia ou o ministro da Economia não combinou com o chefe antes de soltar foguetes a respeito de um plano tão ambicioso que prometia uma revolução copernicana na economia nacional. Seja qual for a hipótese correta, o fato é que estamos diante de um governo perdido no espaço.”

Aponta que a reação econômica começa a chegar no Tesouro. “A Receita Federal recolheu em julho R$ 115,99 bilhões, 33,99% mais que em junho e 17,68% menos que um ano antes, descontada a inflação. Apesar da tendência positiva, foi o pior resultado para o mês de julho desde 2009, quando a arrecadação, em valores atualizados, ficou em R$ 107,96 bilhões.”

E aponta os muitos efeitos da anulação feita pelo STF da sentença do doleiro Paulo Roberto Krug por crimes financeiros no caso Banestado. “A  decisão da 2.ª Turma refere-se apenas à sentença contra Krug, e está alicerçada em circunstâncias específicas ocorridas naquele processo. A rigor, o Supremo não criou nenhuma jurisprudência. Simplesmente, dois ministros do STF entenderam que, no caso concreto, houve descumprimento do art. 252 do Código de Processo Penal. Na celebração do acordo de delação premiada, o juiz Sérgio Moro teria ultrapassado as funções de magistrado.”

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