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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

O editorial do Estadão nesta quarta-feira, 29, aborda o déficit de US$ 50,762 bilhões registrado na conta corrente do balanço de pagamentos em 2019. “Há, nesse cenário, um dado animador, que é o fluxo de investimentos diretos no País. No ano passado, esse fluxo foi muito mais do que suficiente para cobrir o déficit em transações correntes. Depois de atingir seu ponto mais baixo da década em 2015 – ano em que já surgiam os sinais da recessão causada pelos erros da política econômica da presidente Dilma Rousseff –, os investimentos estrangeiros no setor produtivo começaram a se recuperar. No ano passado, de acordo com relatório recente da Agência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o fluxo desses investimentos para o Brasil foi impulsionado em boa parte pelo programa de desestatização. A aceleração desse programa em 2020 pode favorecer ainda mais o País nesse aspecto.”

Em outro editorial, o jornal fala do estado lastimável das vias públicas de São Paulo. “Se for mantido o ritmo atual de investimento, “talvez em 20 anos a gente possa ter um “sistema viário melhor”. Essa situação, com a qual o prefeito parece se conformar, é inaceitável. É possível mudá-la, se o prefeito e vereadores estiverem dispostos a incluir esse problema entre as prioridades da cidade. Com a rapidez desejada pela população não se recapeará toda a cidade, porque o abandono a que foi legado o sistema viário, em sucessivos governos municipais, durou muito tempo.”

Também critica a inépcia administrativa do MEC no primeiro ano de governo, especialmente sobre a crise do Enem. “Mais grave ainda, a judicialização do Enem de 2019 pode comprometer a credibilidade da prova e macular de modo indelével a imagem do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que a organizou e aplicou. Por consequência, a insegurança em relação ao Sisu pode levar muitas universidades federais a abandonar esse método de seleção, que foi implantado em 2010. Ao todo, 128 instituições públicas de ensino superior ofereceram 237.128 vagas pelo Sisu no vestibular de 2019. Esses números dão o tamanho do estrago causado pela inépcia administrativa do MEC no primeiro ano do governo Bolsonaro.”

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