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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Neste sábado, 12, o Estadão comenta em seu editorial a decisão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) de censurar o procurador Deltan Dallagnol, que deixou recentemente a operação Lava Jato. “O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aplicou, na terça-feira passada, pena de censura ao procurador da República Deltan Dallagnol, que até recentemente chefiava a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba. Depois de vários adiamentos a mando da Justiça e manobras procrastinadoras por parte da defesa de Deltan Dallagnol, a ponto de levar o processo à beira da prescrição – que ocorreria hoje –, o CNMP afinal decidiu tomar alguma providência sobre o caso. E não poderia ser mais eloquente.”

O jornal também comenta o trabalho de Hamilton Mourão no Conselho da Amazônia, tentando reverter a situação ambiental em que o governo se colocou. “Em participação no evento Retomada Verde, promovido pelo Estado, o vice-presidente da República e coordenador do Conselho da Amazônia, Hamilton Mourão, fez um levantamento das propostas do governo para a pauta ambiental. Em tese, as promessas dão conta da complexidade do problema, e não faltam iniciativas na sociedade civil para promover um ‘grande pacto pela economia verde’, como defendeu o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, em outro seminário do evento. Mas será necessário muito mais do que palavras para reverter o histórico de inação do governo.”

O discurso de Luiz Fux ao assumir a presidência do STF é tema de terceiro editorial. “Luiz Fux fez clara defesa do papel do STF na proteção da Constituição. Lembrou, no entanto, que a competência da Corte para o controle de constitucionalidade sobre atos dos outros Poderes não autoriza a judicialização de questões que devem ser decididas pelo Legislativo e Executivo. ‘Conclamo os agentes políticos e os atores do sistema de Justiça aqui presentes para darmos um basta na judicialização vulgar e epidêmica de temas e conflitos em que a decisão política deva reinar’, disse.”

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