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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Neste domingo, 20, editorial do Estadão trata da importância de gerar empregos, que deve ser prioridade do governo para reaquecer a economia após o baque da pandemia do coronavírus. “Mover a economia deve ser o objetivo número um do governo, passada a pior fase da pandemia. O Brasil completa em 2020 sete anos de crise, iniciados com a pífia expansão de 0,5% em 2014. É preciso continuar socorrendo os mais vulneráveis, mas nenhum combate à pobreza irá longe com a produção emperrada e o desemprego elevado. A insegurança alimentar assolava 36,7% dos domicílios em 2017-2018, segundo acaba de revelar o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O empobrecimento começou, portanto, bem antes do surto de covid-19, e é preciso reverter esse longo processo.”

O jornal também volta a debater o instituto da reeleição, que ganhou manchetes nas últimas semanas após o “mea culpa” de FHC por ter trabalhado pela sua criação. “Não é por acaso que o instituto da reeleição está presente na legislação eleitoral de muitos países. Ele tem se mostrado muito positivo sob muitos aspectos, permitindo, por exemplo, maior continuidade na implantação de propostas políticas, maior liberdade de escolha para o eleitor e maior responsabilidade para os políticos. Mais do que simples troca de nomes e de partidos que estão no poder, a democracia significa autonomia dos cidadãos na definição de seu futuro. E com limitações, obviamente, pois não há perfeição em política, e é isso o que o instituto da reeleição vem possibilitando ao longo do tempo em muitos países.”

A publicação trata ainda da recente punição para Marcelo Bretas, juiz federal que foi censurado pelo TRF-2 por ter comparecido a eventos com o presidente Jair Bolsonaro e com o prefeito do Rio, Marcelo Crivella. “O comportamento público de quem ocupa cargo em uma instituição de Estado não pode pôr em risco a isenção e a independência dessa instituição. Duas recentes decisões, relacionadas a um juiz de primeira instância e a um procurador da República, lembram esse aspecto fundamental do exercício da função pública. A visibilidade que o cargo público proporciona não pode ser usada para fins pessoais. “

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