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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta terça-feira, 22, editorial do Estadão debate a visita do secretário de Estado americano, Mike Pompeo, que causou indignação em autoridades brasileiras. “A visita do sr. Pompeo não tinha nenhum outro objetivo além de usar o Brasil na campanha do presidente dos EUA, Donald Trump, à reeleição. A intenção era explorar a crise na Venezuela para reafirmar o desejo do governo Trump de derrubar o regime do ditador Nicolás Maduro, algo que certamente agradaria ao eleitorado venezuelano exilado na Flórida, um dos Estados-chave na eleição de 3 de novembro.”

Em segundo editorial, o jornal trata das prioridades dos eleitores para a eleição deste ano. “Seria muito oportuno que, em sintonia com as prioridades e preocupações da população da maior cidade do País, os candidatos às eleições municipais apresentassem propostas concretas sobre essas áreas consideradas fundamentais. Assim, o eleitor paulistano terá oportunidade de escolher de fato o que ele considera melhor para sua cidade. Ao depositar o voto na urna, ele não apenas escolhe os nomes de seus candidatos a prefeito e a vereador. Ele faz escolhas políticas sobre áreas com implicações diretas sobre a sua vida. Daí, portanto, a necessidade de que os partidos apresentem propostas para a saúde, a educação, o transporte coletivo, o urbanismo e tantos outros setores. Numa democracia, o voto é a oportunidade por excelência para que o cidadão manifeste suas prioridades e preocupações, definindo de fato o que deseja para o futuro de sua cidade, de seu Estado, de seu país. ”

O jornal também trata  da aparente falta de um plano do governo para a retomada pós-pandemia, especialmente após o fim do auxílio emergencial. “A mera redução do auxílio de R$ 600 para R$ 300, a partir de setembro, já provoca insegurança entre economistas. A reação econômica iniciada em maio, depois do tombo em março e abril, tem sido puxada principalmente pelo consumo. Até julho, a retomada na indústria havia sido insuficiente para levar a produção de volta ao nível de fevereiro, já muito baixo. Sem auxílio especial e com o desemprego alto, e de fato ainda em alta, é difícil dizer como será alimentado o motor da reativação. As condições da economia em 2021 permanecem obscuras, mas previsões são difíceis até para os meses finais de 2020, como ontem indicou reportagem do Estado”

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