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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta quarta-feira, 23, o Estadão discute em seu editorial a situação do Rio Tietê. “Tiveram impactos traumáticos para a economia as mudanças de consumo e produção forçadas pelo vírus. Mas elas foram muitas vezes benéficas para o meio ambiente e permitem entrever os efeitos salutares que a implementação gradual e equilibrada de padrões sustentáveis pode ter sobre a vida natural e o bem-estar humano. O Rio Tietê é um exemplo. O último monitoramento anual Observando o Tietê da SOS Mata Atlântica mostra que pela primeira vez desde 2010 não foram registrados trechos de água de péssima qualidade e em 94 km atingiu-se a condição boa, o que não era obtido há décadas.”

O jornal também trata do discurso de Jair Bolsonaro na ONU. “Como se estivesse em uma de suas corriqueiras ‘lives’ nas redes sociais, nas quais fala o que lhe dá na telha e dá livre curso às mais delirantes teorias conspirativas, o presidente Jair Bolsonaro usou os holofotes da abertura da Assembleia-Geral da ONU para reiterar suas irresponsáveis imposturas acerca de graves temas.”

Ainda há espaço para a situação dos juros no Brasil. “Não haverá alta de juros, promete o Banco Central (BC), enquanto a inflação seguir abaixo da meta, as expectativas de preços continuarem bem ancoradas e o governo mantiver o compromisso com a seriedade fiscal. Num cenário de muita incerteza, muita confusão em Brasília e alguma esperança de crescimento em 2021, a política monetária fornece uma rara e preciosa sinalização. A taxa básica de juros será mantida em 2%, o nível mais baixo da série histórica, se aquelas condições persistirem. Na melhor hipótese, muito improvável, um corte pequeno ainda poderá ocorrer. Com essa promessa, o Comitê de Política Monetária (Copom), formado por diretores do BC, oferece ao mercado uma segurança extra, um caminho previsível por tempo indeterminado. É a forward guidance, traduzida oficialmente como prescrição futura.”

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