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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

O editorial do Estadão nesta sexta-feira, 31, analisa as novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para o Brasil e América Latina. “Para o Brasil, o panorama, embora bem melhor que o das projeções de outubro, ainda inclui vários detalhes complicados. A confiança dos participantes do jogo continuará dependente da pauta de ajustes e reformas. Será essencial, segundo o relatório, garantir uma dívida pública sustentável e aumentar o potencial de crescimento. Se houvesse espaço para mais detalhes, o relatório cuidaria da necessária elevação do investimento, da melhora da infraestrutura, da formação de mão de obra e da abertura do mercado, entre outros pontos bem conhecidos.”

Em outro texto, o jornal aborda a lei sancionada pelo prefeito Bruno Covas que proíbe estabelecimentos comerciais de fornecer materiais plásticos descartáveis. “O problema do lixo em São Paulo não deve ser analisado apenas do ponto de vista dos materiais recicláveis. Considerando a totalidade do lixo, a parte reciclável chega a ser um aspecto menor. É preciso, sim, cuidar de canudinhos, copos, pratos e talheres de plástico, mas muito maior atenção tem de ser dada ao que é feito com o lixo em geral, jogado irresponsavelmente em centenas e centenas de pontos de descarte irregular, todos muito bem conhecidos, sem que as autoridades municipais tomem as providências que se impõem para pôr fim a essa situação.”

Também discorre sobre a separação definitiva do Reino Unido da União Europeia. “O Reino Unido precisará negociar uma série de acordos comerciais, especialmente com os países da UE, que fornecem de carros a remédios. Também precisarão ser repactuadas as regras de defesa militar e, não menos importante, cibernética. Vale lembrar que o Reino Unido não impediu a chinesa Huawei de participar dos projetos de rede 5G no país. Isso pode afetar a relação dos britânicos com os Estados Unidos. Por fim, como ficará o orçamento da própria UE? O Reino Unido tem sido o segundo maior contribuinte da UE, atrás apenas da Alemanha. Os pagamentos continuarão sendo feitos pelos britânicos no curso do período de transição. E depois?”

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