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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta sexta-feira, 25, editorial do Estadão comenta sobre a entrevista do ministro Milton Ribeiro (Educação) deu ao jornal. E avalia que o responsável pelo MEC, ao abrir mão de muitas das atribuições que se espera da pasta, apenas segue o exemplo de Jair Bolsonaro. “Assim, o MEC – que já está em seu terceiro ministro – continuará irrelevante, justamente no momento em que é mais necessário. Nada surpreendente, num governo em que o Ministério da Saúde se ausenta em plena pandemia e em que o Ministério do Meio Ambiente se omite em meio a queimadas e ao avanço do desmatamento, entre outras barbaridades. Tudo à imagem e semelhança de seu chefe.”

As mudanças no Código de Trânsito, aprovadas nesta semana pelo Congresso, também são tema do jornal. “As alterações feitas pelos parlamentares não consertaram o projeto de lei. Sendo a proposta de Jair Bolsonaro tão ruim, não era caso de emenda, mas de rejeição. Em um país com altíssimo índice de acidentes de trânsito e com excessiva tolerância ao descumprimento da lei, não faz sentido abrandar uma legislação que teve justamente o mérito de instaurar uma nova cultura de respeito às leis de trânsito.”

Em terceiro editorial, o Estadão debate a queda na população carcerária de São Paulo. “Até certo ponto, essa queda já era esperada. Quando a pandemia começou, em março, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recomendou aos juízes criminais de todo o País que autorizassem a soltura de presos em situação de risco. O Tribunal de Justiça de São Paulo, que sempre teve uma relação tensa com esse órgão, indeferiu a maior parte dos pedidos de soltura e de conversão em prisão domiciliar para os presos em situação de risco. Contudo, a Defensoria Pública recorreu ao Superior Tribunal de Justiça e foi vitoriosa.”

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