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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Chamando de “chanchada”, o Estadão comenta nesta quarta-feira, 30, a proposta do governo para financiar o Renda Cidadão. “Calote, pedalada, burla, drible e contabilidade criativa foram algumas das palavras mais ouvidas, no mercado, quando se anunciou a fórmula escolhida para financiar a Renda Cidadã, a nova bandeira eleitoral do presidente Jair Bolsonaro. A imprensa também registrou avaliações como ‘calote temporário’ e ‘medida estarrecedora’. Conhecida a proposta, o dólar chegou a R$ 5,67, um novo recorde, revertido quando o Banco Central entrou no jogo vendendo moeda americana. A Bolsa deixou a coreografia internacional e encerrou o dia com um tombo de 2,41%.”

A escolha para substituir Celso de Mello no STF é tema de segundo editorial. “Em novembro, o ministro Celso de Mello do Supremo Tribunal Federal (STF) completará 75 anos, idade que dá ensejo à aposentadoria compulsória. No entanto, o decano do STF requereu aposentadoria voluntária a partir do dia 13 de outubro. ‘Razões estritas (e supervenientes) de ordem médica tornaram necessário, mais do que meramente recomendável, que eu antecipasse a minha aposentadoria, que requeri, formalmente, no dia 22 de setembro de 2020’, disse Celso de Mello ao Estado. Com isso, o preenchimento de sua vaga no Supremo pode ter sido antecipado em um mês.”

O peso da pandemia na vida das pessoas também é debatida. “Muito poucas pessoas conseguiram escapar dos efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre a renda. Mesmo a parte dos brasileiros que conseguiram manter sua ocupação durante a crise sanitária, iniciada na segunda metade de março, sentiu algum impacto sobre seus rendimentos da redução ou até a paralisação de muitas atividades econômicas em decorrência do avanço da covid-19. Mas esse impacto, como mostrou reportagem do Estado, apresenta uma característica perversa, que dá um tom ainda mais sombrio ao ambiente social e econômico do País. Os que têm escolaridade mais baixa, e por isso têm rendimento médio também menor, perderam proporcionalmente mais renda do que outras faixas de trabalhadores.”

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