Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

Exclusivo para assinantes

O Estadão desta quinta-feira, 8, debate a reforma administrativa. “No início de setembro o governo encaminhou ao Congresso uma proposta de Reforma Administrativa atrasada e diminuta. Apesar dos pesares, ela abre ao Parlamento a possibilidade de agir. A atual legislatura mostrou ímpeto reformista na Previdência, mas agora o desafio é mais complexo. Uma nota técnica do Centro de Lideranças Públicas (CLP) dá a medida dessa complexidade.”

O jornal também trata da “tensão institucional” entre o Supremo e os demais Poderes da República. “Na primeira reunião em que participou como presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o ministro Luiz Fux, que está à frente do Supremo Tribunal Federal (STF) desde 10 de setembro, tocou num tema politicamente importante. Trata-se do excesso de intervencionismo do Judiciário na vida política e econômica do País, gerando com isso tensões no equilíbrio entre os Poderes.”

Em terceiro editorial, o Estadão opina sobre a credibilidade que o governo deveria estar buscando como forma de ter ferramentas para combater o rombo fiscal. “Os estragos causados pela pandemia continuam bem visíveis nas finanças públicas, e assim continuarão, provavelmente, por mais uns dois anos. O buraco nas contas do governo central deve chegar a R$ 871 bilhões em 2020, segundo o Ministério da Economia. A projeção anterior, divulgada no mês passado, indicava déficit primário, isto é, sem juros, de R$ 787,4 bilhões. A atividade se recupera desde maio e mais impostos têm sido pagos, mas isso pouco se reflete, ainda, na evolução da receita. Em agosto o governo central arrecadou R$ 121,4 bilhões, 1% mais que um ano antes, descontada a inflação. Pela primeira vez, desde abril, houve ganho real em relação a igual mês de 2019.”

Tudo o que sabemos sobre:

Editorial Estadão