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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Neste sábado, 10, o Estadão comenta sobre a mais recente movimentação do Centrão para desmembramento do Ministério da Economia. “O presidente Jair Bolsonaro diz que é fake news. O ministro da Economia, Paulo Guedes, jura que é ‘conversa fiada’. Mas o fato é que não se fala de outra coisa em Brasília: o Centrão quer que Bolsonaro recrie alguns Ministérios, inclusive na área econômica, para acomodar aliados e reforçar a base governista. ”

A previsão de exportações para o próximo ano é tema de segundo editorial. “Mais uma grande safra de dólares deve ser colhida no próximo ano, com novo recorde na colheita de grãos – 268,7 milhões de toneladas, segundo a primeira estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura. O volume previsto é 4,2% maior que o da temporada 2019-2020. O aumento deve ser liderado pela cultura da soja, com produção esperada de 133,7 milhões de toneladas, 7,1% superior à deste ano. As exportações do complexo soja – grãos, farelo e óleo – poderão render US$ 36,56 bilhões, 6% mais que o estimado para 2020, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).”

O último voto de Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal é discutido ainda pelo jornal. “Na última sessão como integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Celso de Mello reiterou o entendimento de que as regras processuais penais devem ser aplicadas integralmente ao presidente da República, sem nenhum tipo de privilégio. O caso julgado refere-se ao recurso do presidente Jair Bolsonaro contra a decisão que negou a possibilidade de prestar depoimento por escrito no Inquérito 4.831, que investiga suposta tentativa de interferência política na Polícia Federal. No seu voto, em que negou provimento ao recurso do presidente, o decano do STF lembrou aspectos fundamentais da República.”

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