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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Editorial do Estadão desta segunda-feira, 12, aborda a habilidade do governo Bolsonaro de deixar decisões importantes, como as reformas administrativa e tributária, para depois. “Bolsonaro foi eleito com a promessa solene de revolucionar o Estado brasileiro, promovendo toda sorte de reformas e de planos de reorganização. O objetivo, segundo garantiu na campanha, era entregar ao País um Estado que estivesse a serviço dos contribuintes, e não se servindo destes.”

Também trata da condição de saneamento básico nas cidades médias do País. “Em todo o País, 100 milhões de pessoas ainda carecem desse serviço. É um contingente que corresponde duas vezes à população da Espanha. E, do esgoto coletado, mais da metade é lançada de volta ao meio ambiente sem nenhum tratamento. Apenas 46% dos esgotos coletados são tratados, de acordo com as estatísticas mais atualizadas.”

E cita a ausência de liderança que há hoje no governo dos EUA para lidar com a pandemia. “Mesmo com uma infraestrutura biomédica e industrial incomparável, os EUA foram incapazes de prover adequadamente equipamentos de proteção para os profissionais de saúde e a população e promover testes em massa, como fizeram Coreia do Sul ou Cingapura. A China, após a hesitação inicial ante um patógeno inédito, adotou regras estritas de quarentena, reprimindo o surto na raiz: enquanto sua taxa de mortalidade é de 3 pessoas para cada milhão, nos EUA são 500. O desempenho das democracias em geral também superou o dos EUA.”

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