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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta sexta-feira, 16, editorial do Estadão trata do “protagonismo” que o Congresso pode assumir ante as reformas que deverão ser feitas. “No ano passado, o Congresso assumiu, de forma responsável e diligente, a tarefa de aprovar a reforma da Previdência. Durante a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019, ficou evidente que o Legislativo estava mais comprometido com a mudança das regras previdenciárias que o próprio governo federal, autor da proposta. Agora, tem-se uma real possibilidade de que a dinâmica se repita, com o Legislativo assumindo o protagonismo da reforma administrativa, enquanto o Executivo titubeia perante medidas impopulares para alguns setores.”

Após o jogo da seleção brasileira transmitida pela TV Brasil, com direito a “abraço” para Jair Bolsonaro do narrador, o jornal discute o “aparelhamento” por parte do governo. “Há tempos o presidente Bolsonaro vem testando os limites das instituições republicanas, como fez impunemente durante toda a sua trajetória como deputado. No caso em questão, a baliza é a Lei 11.652, de 2008, atualizada pela Lei 13.417, de 2017, que, no parágrafo 1.º do artigo 3.º, proíbe “qualquer forma de proselitismo na programação das emissoras públicas de radiodifusão”. A violação dessa lei pode constituir crime de responsabilidade, passível de impeachment.”

Os mais recentes dados da retomada da economia são tema de terceiro editorial. “Quatro meses de reação, de maio a agosto, foram insuficientes para levar a produção de volta ao nível pré-pandemia, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Conhecido como prévia do PIB, esse indicador é seguido no mercado como um sinalizador mensal de tendência. Em agosto, o IBC-Br continuava 4,19% abaixo do nível de fevereiro, quando foram anotados no País os primeiros casos de covid-19. O índice do mês foi 3,92% inferior ao de agosto do ano passado. O balanço do ano mostrou um resultado 5,44% abaixo do acumulado nos oito meses correspondentes de 2019.”

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