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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Neste sábado, 17, o Estadão elogia a solução que Luiz Fux, presidente do Supremo, arrumou para resolver o problema criado por Marco Aurélio Mello ao soltar o traficante André do Rap. “Com especial habilidade, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, soube desfazer o que poderia se tornar uma crise de maior vulto, no caso do habeas corpus em favor de André do Rap. A finalidade da Justiça é dar solução aos conflitos, e não aumentá-los ou perpetuá-los.”

A crescente dívida brasileira é tema de segundo editorial. “O Brasil gastaria toda a produção de um ano – soja, milho, automóveis, aviões, sapatos, serviços domésticos, transportes, sorvetes, vestidos, jogos de futebol, tubaínas, bicicletas, celulares, etc. – se fosse preciso liquidar a dívida pública em um só pagamento. O governo geral vai terminar 2020 devendo o equivalente a 100% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo as estimativas mais confiáveis. A relação ficará pouco acima de 100% nos anos seguintes, pelo menos até 2025, de acordo com projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI). O endividamento é muito mais alto que o de países pares do Brasil, lembra o secretário do Tesouro, Bruno Funchal, acrescentando: ‘É um alerta’.”

A relação de proximidade de Jair Bolsonaro com o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) ainda é debatida pela publicação. “Tem tudo para figurar em lugar de destaque da antologia política nacional a história do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado pela Polícia Federal (PF) com dinheiro vivo na cueca durante uma batida. Se serve para alimentar a conversa de bar e as piadas de duplo sentido nas redes sociais, o episódio deveria na verdade envergonhar todos os brasileiros, a começar pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, não somente pelo contexto constrangedor do flagrante em si, mas principalmente por envolver um parlamentar que era um dos líderes do governo no Congresso e por integrar um escândalo de desvio de dinheiro destinado ao combate à pandemia de covid-19. “

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