Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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O Estadão nesta terça-feira, 20, trata do problema das milícias no Rio. “A Polícia Civil do Rio de Janeiro criou há duas semanas uma força-tarefa para tentar impedir que milícias intimidem candidatos e eleitores e, assim, influenciem o resultado das eleições para a prefeitura e a Câmara dos Vereadores. É uma medida de extrema importância, pois não há democracia onde não há eleições livres e com condições de igualdade entre candidatos. Aparentemente, contudo, o aparato estatal de segurança e de aplicação da lei chegou tarde: pesquisa realizada por diversos centros acadêmicos especializados em criminalidade informa que mais da metade do território carioca já está sob domínio dos grupos paramilitares.”

O jornal debate também a retomada da economia e a situação do desemprego. “Com expansão de 2,2%, a economia continuou a recuperar-se em agosto, mas em ritmo mais lento que nos dois meses anteriores, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Depois do desastre de março e abril, o Produto Interno Bruto (PIB), dinamizado pelo consumo das famílias, cresceu 0,7% em maio, 4,6% em junho e 2,4% em julho, de acordo com o Monitor do PIB-FGV. Comércio varejista e indústria seguem avançando mais rapidamente que o setor de serviços, o mais prejudicado pelo distanciamento social. “Certamente a incerteza quanto ao futuro da pandemia inibe uma recuperação mais robusta de todas as atividades”, comentou o responsável pelo estudo, o economista Claudio Considera.”

A sabatina de Kassio Nunes Marques é tema de terceiro editorial. “Sem maiores pudores, o presidente Bolsonaro admite que deseja se valer do poder de indicar novos ministros do Supremo para colocar amigos na Corte – e que, uma vez lá dentro, eles continuem atuando como amigos e defensores de seus interesses. Mais do que magistrados, Jair Bolsonaro almeja aliados – se possível, vassalos – do governo dentro do STF. Logicamente, o Senado não pode ser conivente com essa declarada tentativa de subjugar o Supremo a interesses subalternos.”

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