Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Editorial do Estadão desta quarta-feira, 27, trata do estudo a Agenda Saúde na Cidade, com dez propostas no âmbito municipal para a atenção básica, no período de 2021 a 2024 feito em parceria do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (Ieps) com o Instituto Arapyaú e Impulso. “Baseado nas dificuldades de profissionais de saúde e de gestores que trabalham na assistência direta ao cidadão, o documento tem por objetivo apresentar propostas não apenas tecnicamente corretas, mas factíveis e politicamente viáveis. Os próximos quatro anos são especialmente desafiadores, tanto pelas restrições fiscais como pelas novas demandas causadas pela pandemia de covid-19.”

O jornal trata também do excesso de regras que não são fiscalizadas em São Paulo. A vida é extremamente regulamentada em São Paulo, a maior cidade do País. Os 12,3 milhões de habitantes da capital paulista estão sujeitos a mais de 700 itens de fiscalização contidos em leis, normas e regulamentos. Eles vão desde as regras para descarte de entulho de obras até a prevenção de crimes ambientais, passando pelo ordenamento do comércio de rua e a lei do silêncio. A todo este arcabouço normativo, somaram-se os protocolos sanitários determinados neste ano pela Prefeitura de São Paulo para conter o avanço do novo coronavírus. Mas, afinal, de que adianta todo esse ordenamento da vida urbana se não há quem fiscalize o seu cumprimento?”

Em terceiro editorial, o Estadão discute a situação da construção civil no Brasil. “Vendas de imóveis crescem, aumentam os lançamentos, obras são iniciadas e sobe o índice de confiança dos empresários da área. Esses dados, especialmente animadores neste momento, contrastam com as incertezas sobre a economia em 2021. Se continuar avançando, o setor terá importante papel na sustentação da retomada. Para se abastecer, a construção movimenta muitas outras indústrias. A atividade requer produtos de aço, alumínio, cobre, plásticos, vidros, madeira e cerâmica, além de tratores, guindastes e outros tipos de máquinas e equipamentos. Também é uma importante fonte de empregos.”

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