Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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O Estadão desta quinta-feira, 29, comenta sobre a proposta do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) de propor um plebiscito para convocar uma nova Assembleia Constituinte. “Se falava apenas em seu nome, o deputado revelou-se por inteiro: é dos que enxergam direitos, especialmente os sociais, como empecilhos à eficiência do Estado. Se falou em nome do governo que representa, fez exatamente o que dele esperava seu guia, o presidente Jair Bolsonaro, que sempre que pode demonstra desconforto com os limites impostos pelo pacto democrático representado pela Constituição.”

O jornal trata em segundo editorial do debate infértil sobre a vacina que ainda nem existe. “Mas foi uma discussão estéril e absolutamente descabida, que só se instalou porque o presidente Jair Bolsonaro padece de uma dominante propensão, a de criar um estado de confusão nacional a partir de suas idiossincrasias e seus medos, que na maioria das vezes são apenas imaginários. Os reais, quando há, raramente têm relação com os destinos da Nação, e sim com o próprio destino político do presidente e o dos seus.”

O “prejuízo” que Jair Bolsonaro traz para campanha de Celso Russomano (Republicanos) em São Paulo é tema ainda de editorial. “Entretanto, desde que decidiu associar sua imagem à do presidente da República, Celso Russomanno viu despencar em 7% suas intenções de voto. O candidato do Republicanos perdeu a liderança da corrida eleitoral para o atual prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), candidato à reeleição, repetindo até aqui a trajetória de suas campanhas para o Executivo municipal em 2012 e 2016. De acordo com a pesquisa Datafolha divulgada no dia 22 passado, Russomanno caiu de 27% para 20% das intenções de voto e Covas subiu de 21% para 23%. Ambos estão empatados tecnicamente, dentro da margem de erro da pesquisa.”

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