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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Neste domingo, 1º de novembro, o Estadão discute as ações e preocupações do governo em meio aos graves problemas do País. “Enquanto seus ministros se comportam como lavadeiras a brigar na beira do rio, o presidente da República, líder de todos eles, dedica sua atenção integral à sua campanha pela reeleição, inaugurando trecho de obras, bebendo guaraná em botequins e prometendo “mandar embora o comunismo no Brasil”. Entre um evento e outro, o presidente achou tempo para dizer que “está dando certo a economia nossa” – frase em que o mau português é o menor dos problemas.”

Em sintonia com o tema, o jornal trata também da crescente dívida pública. “Dívida crescente e com prazo minguante é o novo normal das esburacadas finanças federais. O governo central enfrentará o vencimento de R$ 2,66 trilhões nos 12 meses a partir de 30 de setembro. Isso corresponde a 43,4% do total devido naquela data. No fim de 2019 os vencimentos previstos para este ano eram cerca de 30% do total. Depois vieram a pandemia e centenas de bilhões de gastos extraordinários. Para evitar juros maiores, o Tesouro Nacional vem aceitando redução de prazos para renegociar os títulos. Os R$ 6,13 trilhões de papéis federais em poder do mercado são 93,9% da dívida bruta do governo geral, formado pelos três níveis da administração mais o INSS. Esse valor global equivalia em setembro a 90,6% do Produto Interno Bruto (PIB).”

Ainda trata da reação da Alemanha contra a segunda onda de coronavírus. “É interessante notar que, mesmo com a esfera estadual dispondo de ampla autonomia na Alemanha, o governo central foi capaz de desenvolver uma estratégia comum de atuação com os 16 governadores, o que incluiu também um plano conjunto de comunicação com a população. Além das proibições propriamente ditas, há uma série de recomendações, como a de evitar viagens particulares que não sejam essenciais. Estadias em hotéis estarão restritas a viagens de negócios que forem indispensáveis.”

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