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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta segunda-feira, 2, o Estadão debate os detalhes revelados do plano Quinquenal econômico e social da China. “O Plano de 2016 asseverava o objetivo do Plano anterior de transformar a China numa ‘sociedade moderadamente próspera’, com uma meta ambiciosa de redução da dívida e crescimento em torno de 6,5% ao ano. Ao contrário dos outros Planos, o atual não estabelece uma meta de crescimento, mas as estimativas apontam para algo como 5% ao ano. A redução é efeito não tanto da pandemia, mas sobretudo das “instabilidades e incertezas” resultantes da hostilidade comercial liderada pelos EUA.”

O jornal trata também da dívida do Brasil com organizações internacionais. “O desapreço do governo brasileiro por organizações internacionais vai além da retórica antimultilateral adotada pelo presidente Jair Bolsonaro e por seu ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Faltando apenas dois meses para o fim do ano, dificilmente o Brasil honrará os R$ 4,216 bilhões em compromissos assumidos em 2020 com a Organização das Nações Unidas (ONU), a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a Organização Internacional do Trabalho (OIT), entre outras instituições. Desse montante, apenas R$ 15,4 milhões foram pagos até agora, segundo o Ministério da Economia. A pasta respondeu a pedido de informação feito pelo jornal Valor.”

Em terceiro editorial, o Estadão trata de como a queda na arrecadação pode afetar a Educação brasileira. “O impacto fiscal da pandemia sobre a educação pública é duplo: por um lado, a queda na arrecadação leva à contração da receita, por outro, as escolas precisam realizar gastos adicionais para garantir, entre outras coisas, a reposição da merenda às famílias, o acesso ao conteúdo no ensino remoto e as adaptações sanitárias nas instalações de ensino presencial. Some-se a isso o fato de que muitos pais têm retirado seus filhos de escolas privadas matriculando-os nas públicas.”

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