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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Neste sábado, 7, o Estadão faz um “chamado” em seu editorial aos “civilizados” dentre os apoiadores de Donald Trump. “Por isso, é fundamental que as pessoas civilizadas, seja qual for sua preferência política, impeçam os vândalos da democracia de prevalecer, como está acontecendo nos Estados Unidos. O exemplo norte-americano nos é particularmente importante, pois neste momento o presidente Jair Bolsonaro, imitando seu mestre Donald Trump, reiterou suas dúvidas sobre o processo eleitoral brasileiro. Sem nenhuma evidência, Bolsonaro afirma que o sistema de votação nacional é suscetível a fraudes.”

O jornal comenta em segundo editorial da “pressão” feita pela sociedade civil sobre políticos. E também trata das ideias dadas aos líderes do País. “A reforma administrativa é essencial para promover o equilíbrio fiscal, garantir investimentos e recursos para programas assistenciais, modernizar a máquina pública e reduzir as desigualdades entre o setor privado e o público e entre a elite e a base do funcionalismo. Mas, enquanto o presidente da República se entrega à sua campanha eleitoral, a reforma apresentada pelo governo, tardia e limitada, patina no Congresso entre a desarticulação das bases governistas e as pressões corporativistas.”

A derrubada do veto à desoneração da folha é tema de terceiro editorial. “Por 430 votos na Câmara dos Deputados e 64 no Senado, o Congresso derrubou o veto do presidente Jair Bolsonaro à prorrogação da desoneração da folha de pagamentos de empresas de 17 setores da economia, entre os quais telesserviços, comunicação, tecnologia da informação, transporte, construção civil e indústria têxtil. Juntas, as empresas desses setores empregam mais de 6 milhões de pessoas. Caso o veto fosse mantido, o alívio tributário que permite aos empregadores contribuir para a Previdência Social com um porcentual entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta ou 20% sobre a folha de pagamento perderia eficácia no próximo dia 31 de dezembro.”

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