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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta terça-feira, 9, o Estadão comenta sobre a “vergonha” internacional oriunda da demora de Jair Bolsonaro em reconhecer a eleição de Joe Biden nos EUA. “A demora do presidente Jair Bolsonaro em reconhecer a vitória do democrata Joe Biden na eleição presidencial dos Estados Unidos ameaça ampliar o isolamento do Brasil, já bastante acentuado em razão do comportamento irresponsável do governo em relação a temas caros à comunidade internacional, como o meio ambiente.”

A atual situação do câmbio é tema do jornal em segundo editorial. “Com o dólar menos pressionado, o Brasil colhe o primeiro benefício econômico da vitória de Joe Biden na eleição presidencial americana. Outros benefícios dependerão de mudanças, muito incertas por enquanto, na estratégia comercial da Casa Branca. No médio prazo, o fortalecimento da cooperação internacional e do multilateralismo, bandeiras do candidato democrata, poderão reduzir tensões nos mercados e favorecer o crescimento global. Neste momento, o câmbio mais comportado, num cenário financeiro mais otimista, pode ser contado como ganho relevante, se nenhum susto realimentar o nervosismo.”

O jornal trata ainda da obrigação em cumprir a Constituição de quem está em um cargo público. “Os compromissos de posse não são simples atos simbólicos, a ornar uma liturgia solene. No STF, por exemplo, o rito da cerimônia de posse é simples, sem discursos, mas há o juramento. Tal é a importância do compromisso de posse que a Constituição prevê expressamente que ‘a Câmara dos Deputados e o Senado Federal reunir-se-ão em sessão conjunta para receber o compromisso do presidente e do vice-presidente da República’. A cerimônia simboliza a determinação perene de que o poder vem do povo e é a ele que representantes e autoridades devem obediência.”

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