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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

O editorial do Estadão desta quarta, 5, analisa o atual momento de enfraquecimento da indústria brasileira. “Mas o problema é muito mais complicado. Além das perdas de produção, a indústria acumulou em muitos anos – pelo menos desde 2012 – um enorme atraso em termos de tecnologia, de inovação e, portanto, de competitividade. Isso é visível no comércio exterior. Em 2000 as vendas de manufaturados corresponderam a 59% do valor exportado. Em 2009 a proporção estava reduzida a 44%. A partir daí a participação foi sempre inferior a 40%, exceto em 2016, quando esse número foi registrado. Em 2019 a parcela dos manufaturados caiu para 35%, a menor taxa desde o ano 2000.”

Em outro texto o jornal aborda os efeitos econômicos da proliferação do novo coronavírus. “Mas o problema é muito mais complicado. Além das perdas de produção, a indústria acumulou em muitos anos – pelo menos desde 2012 – um enorme atraso em termos de tecnologia, de inovação e, portanto, de competitividade. Isso é visível no comércio exterior. Em 2000 as vendas de manufaturados corresponderam a 59% do valor exportado. Em 2009 a proporção estava reduzida a 44%. A partir daí a participação foi sempre inferior a 40%, exceto em 2016, quando esse número foi registrado. Em 2019 a parcela dos manufaturados caiu para 35%, a menor taxa desde o ano 2000.”

E também discorre sobre do baixo crescimento anual médio do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no último decênio. “O fracasso dos planos de estabilização insistentemente tentados pelo governo José Sarney na segunda metade dos anos 1980 não foi suficiente para demover o governo do presidente Fernando Collor, eleito em 1989 e empossado em março de 1990, de tentar um novo grande lance contra a inflação descontrolada. O malogro também do plano de Collor fez o PIB encolher 4,3% em 1990, o que puxou a média da década 1981-1990 para 1,31%. Por isso esse período é conhecido como a década perdida. O resultado médio dessa década é muito próximo do apurado para o decênio 2010-2019.”

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