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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Editorial do Estadão deste domingo, 15, aponta que as eleições municipais estão conectadas com as pautas de interesse nacional. Por isso, “ao depositar seu voto na urna no domingo, contudo, o eleitor deve pautar sua opção não com base nas rinhas políticas do presidente da República, Jair Bolsonaro, e de seus desafetos espalhados pelo País, pois se assim proceder estará desperdiçando seu voto em favor de projetos eleitorais que pouco ou nada têm a ver com a cidade.”

Também cita a nota lei de segurança nacional aprovada pelo Partido Comunista Chinês em Hong Kong. “O estrangulamento foi rápido, mesmo para os padrões chineses. Há muito tempo a possibilidade de uma maioria democrática no Conselho Legislativo, o Parlamento de Hong Kong, já fora eliminada pelo Partido Comunista: das suas 70 cadeiras, só metade é eleita diretamente e as restantes são distribuídas a representantes corporativos pelos próceres de Pequim no governo local.”

E aponta o papel das redes sociais na polarização política. “O hiperpartidarismo impõe uma série de desafios. Ele abastece a desinformação e é retroalimentado por ela, desencadeando uma espiral de degradação das políticas públicas e das próprias instituições democráticas. Além disso, há o risco de que o extremismo nas redes sociais esteja afastando as pessoas da política. De resto, há o problema do protagonismo dos próprios políticos. As elites políticas podem amplificar a polarização das massas, assim como a desinformação, estimulando a descrença nos organismos de mídia profissionais por meio do impulsionamento de fontes menos confiáveis.”