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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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O Estadão desta sexta-feira, 20, comenta sobre o custo da “pirraça” ambiental de Jair Bolsonaro pode trazer ao Brasil. “O presidente Jair Bolsonaro usou a mais recente cúpula do Brics para atacar os países europeus que criticam a política ambiental de seu governo. Não eram nem a hora nem o lugar apropriados para isso, mas Bolsonaro jamais se preocupou com esses detalhes protocolares que regem a relação civilizada entre os países, especialmente quando se trata de exercitar sua diplomacia da pirraça. No entanto, é difícil saber que interesses do Brasil foram defendidos por Bolsonaro quando este, em seu dialeto peculiar e claramente de improviso, decidiu denunciar ‘países que tenham importado madeira de forma ilegal da Amazônia’, ressaltando que ‘alguns desses países são os mais severos críticos ao meu governo tocante a essa Região Amazônica’.”

A situação dos juros é tema do segundo editorial. “Mais uma luz amarela, risco de inflação em alta, chama a atenção dos analistas do mercado financeiro. O assunto foi destaque em reunião virtual de técnicos do setor com diretores do Banco Central (BC), segundo participantes citados pelo Estado. Cresce, portanto, a insegurança em relação a 2021. Uma nova interrogação junta-se a três grandes preocupações – quanto à evolução da pandemia, ao manejo das contas públicas e à sustentação da retomada econômica. Até quando a autoridade monetária poderá manter em 2% os juros básicos?”

A decisão de um juiz de afastar a diretoria da Aneel e da ONS é ainda discutida pelo jornal. “Em um Estado Democrático de Direito, ninguém detém poder absoluto. As competências estão distribuídas entre Legislativo, Executivo e Judiciário. E as respectivas autoridades têm atribuições específicas. De vez em quando, no entanto, veem-se rebeldias. Autoridades que, ignorando o limite entre o que podem e o que não podem fazer, despacham como se fossem os Três Poderes juntos.”

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