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por Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Nesta terça-feira, 1º de dezembro, o Estadão discute o “perigo constante” que Jair Bolsonaro é para as contas externas brasileiras. “Conhecido como covarde, o capital tem buscado zonas mais seguras, no meio da crise, mas o Brasil ainda recebeu US$ 31,91 bilhões de investimento direto líquido – diferença entre ingressos e saídas – entre janeiro e outubro deste ano. Esse valor é 44,61% menor que o contabilizado nos dez meses correspondentes de 2019. A timidez do investidor também aparece claramente em outras comparações. Nos 12 meses até outubro entraram US$ 43,47 bilhões. No período encerrado um ano antes haviam entrado US$ 74,99 bilhões, 72,51% mais que no período recém-terminado.”

O jornal também comenta sobre as boas possibilidades para a próxima safra de trigo. “O Brasil está caminhando para tornar-se autossuficiente em trigo e até exportador do cereal. Nas últimas décadas, houve momentos em que, sustentado por pesquisas e estímulos, o rápido crescimento da produção do cereal, indispensável para a indústria de panificação e de massas, chegou a sugerir que o País deixaria de depender da importação do produto, principalmente da Argentina. Mudanças de políticas para a cadeia do trigo – produção, processamento, distribuição, comercialização –, no entanto, resultaram em drásticas quedas da produção após períodos de safras recordes. Desta vez, há elementos muito fortes que podem garantir crescimento rápido e contínuo da produção.”

O fim do pleito municipal também é tema do Estadão. “O resultado das eleições de 2020 sinaliza uma mudança significativa do eleitorado em relação às escolhas feitas em 2018. Ao rechaçar extremismos ideológicos e optar por candidaturas de centro, o eleitor deu uma eloquente manifestação de confiança na política. Naturalmente, é ainda muito cedo para traçar prognósticos para o cenário eleitoral de 2022 ou para listar os principais candidatos da próxima disputa presidencial. A importância do pleito de 2020 não reside em suas eventuais consequências sobre as eleições de 2022. Tanto no primeiro turno como no segundo, o que se destacou – e é extremamente positivo para a democracia – foi a maturidade do eleitor.”

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