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por Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Neste sábado, 5, o Estadão trata em seu editorial do fortalecimento dos partidos nas eleições deste ano. “Ao contrário do que ocorreu nas eleições de 2018, em que os partidos foram hostilizados e muitos candidatos – em especial, Jair Bolsonaro – se beneficiaram do generalizado sentimento antipolítica, o pleito de 2020 trouxe um cenário bem menos tumultuado. Por meio do voto, o eleitor não apenas fortaleceu legendas tradicionais – PSDB, MDB, DEM, PSD e Progressistas foram os grandes campeões das eleições deste ano –, mas, ao rechaçar engodos populistas à margem da política, restabeleceu a centralidade dos partidos no funcionamento do regime democrático.”

O jornal trata também de como São Paulo atendeu às necessidades econômicas e científicas impostas pela pandemia, “O governo de São Paulo decidiu retirar do projeto do Orçamento de 2021 uma proposta de Desvinculação da Receita Orçamentária nos repasses feitos pelo Tesouro à Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesp), que representaria uma redução de cerca de 30% (R$ 454 milhões) nas suas verbas. Ao lado do presidente da Fapesp, Marco Antonio Zago, o governador João Doria anunciou a retirada, declarando ter sido estabelecida uma ‘produtiva reunião para somar forças em investimentos na pesquisa, na ciência e na tecnologia’. Zago complementou: ‘É uma decisão sábia direcionar recursos para o desenvolvimento do Estado de São Paulo com base na ciência e na tecnologia’.”

A marcha reduzida da indústria é tema de terceiro editorial. “Turbinada por medidas emergenciais, a indústria saiu do buraco e produziu em outubro 1,4% mais que em fevereiro, último mês antes do grande choque. A produção cresceu 39% ao longo de seis meses de avanço contínuo. Essa taxa foi mais que suficiente para compensar a perda de 27,1% acumulada em março e abril, quando o volume produzido chegou ao nível mais baixo da série. Mas o impulso de recuperação diminui, enquanto o desemprego segue muito alto, as famílias perdem renda e o governo continua sem explicar como será o Orçamento de 2021.”

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