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por Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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O Estadão deste domingo comenta sobre o aparente desinteresse do governo nas pautas mais prioritárias para o Brasil. “Como desculpa para o não andamento das reformas legislativas de que tanto o País necessita, o governo de Jair Bolsonaro valeu-se várias vezes do calendário eleitoral. No entanto, as eleições terminaram no dia 29 de novembro e o presidente Bolsonaro ainda não deu nenhum sinal de que trabalhará pela aprovação das muitas reformas e projetos prioritários para o País. Ao longo da semana passada, viu-se o mesmo e recorrente alheamento da realidade social e econômica do País, bem como do papel do Palácio do Planalto na definição e coordenação das prioridades nacionais.”

O jornal também critica como um País despreparado transforma boas ideias do FMI em propostas inúteis. “Políticas sensatas – e até óbvias – foram sugeridas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para o Brasil avançar na recuperação econômica, seguir enfrentando a pandemia e crescer mais. Algumas ações urgentes são complicadas. O governo deve respeitar o teto de gastos, mas precisa estar pronto para providenciar mais auxílio fiscal, se a atividade for muito fraca. Os técnicos do Fundo também recomendaram “maior urgência” na busca de reformas para tornar o País mais eficiente, mais competitivo e mais atraente para investidores. Quando a lista de recomendações foi divulgada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, estava enrolado numa confusão sobre o Orçamento de 2021: a meta fiscal deveria ser fixa ou flexível?”

A nova Lei das Falências é tema de terceiro editorial. “Por pressão do Executivo, por meio do Ministério da Economia, e do Judiciário, por meio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Senado aprovou em votação simbólica o projeto da nova Lei de Recuperação Judicial e Falência. A pressa era tanta que, para evitar o retorno do projeto à Câmara, onde foi aprovado há dois meses e meio, os senadores limitaram-se a propor algumas emendas de redação.”

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