Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Editorial do Estadão desta segunda-feira, 21, destaca que, apesar de ampla, a imunidade presidencial não é total. “Por isso, comete grave engano, com sérias consequências jurídicas, quem acha que a imunidade do art. 86 é um alvará para fazer o que bem entender na Presidência da República.”

Também cita a névoa a indefinição que cobrem o ano de 2021, principalmente em relação ao Orçamento da União. “No meio da insegurança, as indefinições do governo e os avanços da turma da gastança aumentam o temor de maior desarranjo nas contas públicas e na economia. Novos sinais de perigo apareceram com a aprovação, com seis meses de atraso, da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), convertida em ameaça à responsabilidade fiscal. As oscilações no mercado de capitais, de um dia para outro e também ao longo de cada dia, refletem as inquietações e desconfianças dos investidores. Até o Banco Central (BC), apesar da competência de seu corpo técnico e de sua proximidade com o Executivo, se revela anormalmente inseguro ao anunciar suas projeções para o próximo ano.”

E aborda a disputa entre governo federal e o governo de São Paulo em torno da Ceagesp. “Um dia depois da enxurrada de bobagens que o presidente Jair Bolsonaro pronunciou sobre o futuro da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), descartando a possibilidade de sua privatização, classificando-a como um ‘ninho de ratos’ e afirmando que a empresa “continuará onde está”, o secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Gustavo Diniz Junqueira, refutou todas essas críticas com objetividade, prudência e argumentos técnicos.”

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