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por Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Editorial do Estadão desta sexta-feira, 25, cita que seria um milagre de Natal se o presidente Jair Bolsonaro finalmente assumisse as funções políticas inerentes a seu cargo. “Sem partido e sem qualquer habilidade para construir uma base no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro chega à metade de seu mandato mais fraco do que nunca. Sua sobrevivência política agora depende exclusivamente dos humores do Centrão, punhado de partidos fisiológicos que prometem manter o presidente no cargo e ajudar a blindar sua família encrencada na Justiça até o momento em que isso lhes for conveniente.”

Também cita a pandemia como um aspecto prejudicial no desenvolvimento do potencial produtivo das gerações de brasileiros nascidos nos últimos quatro a cinco anos. “Diante da velocidade das transformações tecnológicas, que estão reconfigurando o mundo do trabalho, somente terão vez os jovens com formação especializada e capacitação técnica, diz o órgão, que acaba de aprovar um empréstimo de US$ 1 bilhão ao Brasil. A condição é que esse dinheiro seja destinado às famílias que estão na fila de espera do Bolsa Família. Segundo o Banco Mundial, essas famílias envolvem um total de 3 milhões de pessoas, muitas delas em situação de vulnerabilidade, necessitando de apoio continuado em 2021 e em 2022.”

E aponta o fim do estado de calamidade no País, que se encerrará em 31 de dezembro. “Mas a calamidade que nos aflige não acabará por decreto. O Brasil contabiliza quase 190 mil mortos pela covid-19. No dia 1.º de fevereiro, data prevista para o fim do recesso parlamentar, serão mais de 200 mil. Tanto pior quando as curvas de contágio e mortalidade estão em plena ascensão e uma mutação do vírus, 70% mais contagiosa, acaba de ser descoberta.”

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