Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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O editorial do Estadão desta terça, 29, faz abordagem sobre o artigo A cartilha populista brasileira, de Amy Erica Smith. “Ao comentar a hostilidade presidencial às medidas de prevenção, que levou a um “tipo peculiar de crise de governança”, a professora de Iowa recorre ao conceito “carências do Executivo”, de David Pozen e Kim Lane Scheppele, em contraste com os “excessos do Executivo”, quando o presidente excede os limites legais às atribuições de seu cargo. Segundo o artigo, “no longo prazo, essa tendência poderá não prejudicar as eleições democráticas, mas afetará a capacidade dos cidadãos de monitorar e responsabilizar seus representantes eleitos”.

Também aposta que o mercado de capitais poderá avançar em 2021, se ninguém assustar o investidor. “O capital estrangeiro começou a voltar ao Brasil e a outros emergentes no trimestre final de 2020, depois de se mostrar muito arisco durante vários meses. Ações baratas e dólar valorizado favoreceram essa volta, mas outros fatores contribuíram para maior aceitação do risco. A expectativa de um breve início da vacinação contra a covid-19, começando pelo mundo rico, reforçou as apostas numa recuperação econômica mais firme.”

Por último, avalia que é necessário que o Congresso aprove os vetos da Presidência ao Novo Marco do Saneamento. “Um estudo do Ipea identificou que, dos 5.570 municípios nacionais, 961 – essencialmente no Norte e no Nordeste – apresentam alto grau de vulnerabilidade. Esses municípios – em geral com menos de 50 mil habitantes, na zona rural e com populações de baixa renda – exigem que se dê prioridade máxima nas condições de acesso aos recursos públicos. Somados a outros mil municípios em condições precárias, eles totalizam mais de 35 milhões de pessoas.”

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