Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Neste sábado, 9, o Estadão destrincha a atuação de Eduardo Pazuello, o ministro da Saúde em meio à pandemia de coronavírus que atacou a imprensa por dar opinião. “Em vez de se arvorar em consciência crítica da imprensa brasileira, faria melhor o intendente Eduardo Pazuello se trabalhasse como se espera de um ministro da Saúde no curso de uma crise sanitária que já matou mais de 200 mil de seus concidadãos. Informação correta para nortear a atuação do poder público não falta. A bem da verdade, nunca faltou.”

Ainda tratando da pandemia, o jornal elogia a atuação do STF, dos governadores e dos prefeitos, que tomaram as rédeas da situação diante da paralisia do governo federal. “O presidente Bolsonaro pode vir a São Paulo, em plena pandemia, reinaugurar a Torre do Relógio da Ceagesp e proferir suas diatribes contra a administração estadual paulista. O fato, no entanto, é que, não fosse a gestão do governador João Doria, o País não teria hoje uma vacina com 78% de eficácia contra casos leves de covid-19 e 100% de eficácia na prevenção de casos graves, moderados ou que precisam de internação hospitalar.”

Em terceiro editorial, o Estadão comenta como a situação de aperto do bolso do consumidor pode ter dificultado repasses da inflação do atacado ao varejo. “A tóxica mistura de inflação e desemprego foi em 2020 uma das maiores ameaças ao bem-estar das famílias, principalmente das mais pobres. O desemprego ainda será muito alto em 2021, mas os preços ao consumidor deverão subir 3,32%, menos que no ano anterior, segundo projeção do mercado. Mas isso dependerá da confiança na gestão das contas públicas, das oscilações do dólar e do repasse da inflação do atacado ao comprador final. Por enquanto, os preços por atacado permanecem como um rochedo mal acomodado no alto de um morro. Esses preços aumentaram 31,63% em 2020, segundo o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), calculado mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).”

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