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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

O editorial do Estadão desta quarta-feira, 12, aborda o quanto o governo e a sociedade de São Paulo devem repensar a cidade segundo os critérios postos por uma nova realidade que é ditada pelas mudanças no clima. “Chuvas são fatos naturais. É preciso aprender a lidar com elas por meio da adoção de medidas que visem, antes de tudo, a preservar vidas. Isso diz respeito tanto à Prefeitura e ao governo de São Paulo como aos cidadãos. Adensamento não planejado, ocupação de áreas de várzea, impermeabilização dos solos, alteração do curso natural de rios e córregos e descaso com o descarte de lixo têm consequências. Quão graves serão, depende de os paulistanos repensarem a cidade e suas atitudes.”

Em outro texto, avalia as vantagens do aumento no número de escolas da rede estadual com ensino em tempo integral em São Paulo. “É um avanço promissor, mas o desafio é grande. O mero aumento da carga horária não é garantia de melhor rendimento. Das 100 escolas de qualidade apontadas acima, apenas 2 são de São Paulo. O estudo do Iede indica três aspectos particularmente deficientes na educação brasileira em comparação com os padrões internacionais: o currículo como norte central, o financiamento mínimo necessário e, o mais precário de todos, a formação de professores. Eis um importante campo de trabalho para os gestores paulistas. Felizmente, o retorno é garantido.”

Também analisa o novo corte de juros pelo Banco Central. Como estímulo adicional à economia, ou início de uma fase de alta? “A capacidade ociosa da economia – desemprego elevado e subutilização de máquinas, equipamentos e instalações – tem sido apontada como um dos pontos de referência para as decisões de corte de juros. Com muita mão de obra disponível e bens de produção sobrando, a economia deve ter espaço para absorver os estímulos e crescer por algum tempo sem risco de pressões inflacionárias. Esse argumento foi ainda considerado na última reunião do Copom. A ata menciona o risco, citado em várias outras ocasiões, de uma inflação abaixo da trajetória esperada por causa da ampla ociosidade.”

 

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