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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

Neste sábado de carnaval, editorial do Estadão fala das incertezas que a saída de Rodrigo Maia (DEM-RJ) causarão na Câmara dos Deputados. Sem defender, contudo, que a Constituição seja ignorada para permitir uma recondução do deputado fluminense ao cargo. “O mandato do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), termina no dia 31 de janeiro de 2021. Salvo manobras de última hora para ignorar a Constituição, que impede uma nova recondução de Maia, o deputado fluminense terá de entregar a outro colega a função de comandar a agenda legislativa. Não está claro, a esta altura, se o futuro substituto de Maia será capaz de conduzir o extenso e desgastante programa de reformas – cuja tramitação legislativa é em geral lenta –, sem as quais não será superada a crise que está fazendo o País regredir décadas.”

Em outro dos textos publicados, trata da violência epidêmica no País, dando como exemplo o caso de dois policiais agredindo adolescentes em uma escola em São Paulo. “O incidente revela a importância de combater a cultura do autoritarismo por meio do culto à genuína autoridade. Quando ela se impõe, a coerção física é desnecessária. É o que, aliás, sugere a raiz etimológica do latim auctoritas (“conselho, opinião, influência, comando”), derivada de auctor (“mestre, líder”). ‘Autoridade e poder são duas coisas diferentes’ – disse o filósofo Jacques Maritain em seu livro O Homem e o Estado. ‘O poder é a força pela qual você pode obrigar os outros a lhe obedecer. A autoridade é o direito de dirigir e comandar, de ser ouvido ou obedecido pelos outros.’ Eis uma lição a ser mais bem aprendida no Brasil. “A autoridade”, conclui o filósofo, ‘exige o poder. O poder sem autoridade é tirania.'”

Ainda traz uma análise do acréscimo que os bancos terão em sua reserva para empréstimos. “Os bancos terão mais R$ 135 bilhões disponíveis, a partir de março, e pelo menos parte desse dinheiro poderá financiar a produção, o comércio e o consumo das famílias. Será mais um impulso ao crescimento econômico e à criação de empregos. Se isso ocorrer, será um excelente efeito indireto de duas medidas tomadas pelo Banco Central (BC) para tornar mais eficiente o sistema financeiro. São providências comparáveis a uma troca de encanamento, segundo o diretor de Política Monetária do BC, Bruno Serra.”

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