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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

Nesta segunda-feira, 24, editorial do Estadão discute a irresponsabilidade fiscal gerada pelo aumento de salário de funcionários públicos em Minas Gerais após pressão de policiais militares. “Na contramão do saneamento fiscal que a União e os Estados e municípios mais ajuizados vêm promovendo, a Assembleia de Minas Gerais aprovou um aumento salarial para o funcionalismo de quase 30%. O caso ilustra a necessidade de se implementar garantias constitucionais que imponham disciplina à contabilidade criativa engendrada por governantes locais para repassar a conta de seu populismo aos demais contribuintes do País e às futuras gerações.”

Faz também um balanço dos prejuízos que greves trouxeram para a Economia brasileira no ano passado. “Segundo os técnicos do Dieese, é difícil saber se a sequência de quedas no número de paralisações será mantida em 2020. Em menos de dois meses, já foram contabilizadas 74 greves – cinco a mais do que no mesmo período em 2018. No setor público, muitas dessas greves são políticas, como a dos funcionários da Petrobrás. No setor privado, as estimativas são de que os trabalhadores empregados estarão mais preocupados em manter emprego e salário do que em cruzar os braços.”

Traz também um debate sobre o “ponto de inflexão histórico” que pode trazer a informação de que as emissões de dióxido de carbono relacionadas a energia pararam de crescer, segundo informações da A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês). “Esta mescla de entusiasmo e cautela que caracterizou o debate se mostra adequada, considerando que não é a primeira vez que as emissões de carbono parecem ter atingido o seu auge. Entre 2013 e 2016 elas ficaram em torno de 32,2 bilhões de toneladas, antes de aumentarem de novo em 2017 até se estabilizarem nos atuais 33,3 bilhões. Mas além das razões endógenas à indústria energética, essa estabilização pode ter sido causada por fatores exógenos e circunstanciais, como a desaceleração econômica e a redução do uso do carvão devido a um clima mais ameno que o habitual.”

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