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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

O editorial do Estadão nesta terça-feira, 25, fala sobre as contas externas do Brasil e atenta para os perigos de um déficit comercial crescente em uma economia que cresce pouco. “Com mais um tombo da exportação e déficit comercial de US$ 2,56 bilhões, o ano começou mal para as contas externas. Com reservas de US$ 359,39 bilhões, o País continuou capaz de pagar suas contas sem dificuldade, mas o sinal amarelo nas transações correntes ficou mais forte. Janeiro terminou com um déficit mensal de US$ 11,88 bilhões nessa conta. Em 12 meses o resultado negativo chegou a US$ 52,28 bilhões, valor correspondente a 2,85% do Produto Interno Bruto (PIB). O buraco ainda foi coberto facilmente, nesse período, com o ingresso líquido de US$ 78,35 bilhões de investimento estrangeiro direto. Mas o tamanho do rombo começará a chamar a atenção dos analistas, se o balanço externo do Brasil continuar piorando. Não há ponto preciso onde o alerta se torne assustador, mas um déficit acima de 3% do PIB é com frequência considerado motivo de séria preocupação.”

Outro texto analisa um projeto em tramitação na Câmara dos Deputados que obriga meios de comunicação a notificar “potenciais ofensas” a quem for objeto de matéria crítica ou denúncia. “Apesar de os dispositivos legais que disciplinam o direito de resposta serem recentes, tendo entrado em vigor há menos de cinco anos por meio da Lei n.º 13.188/15, tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados um projeto que, a pretexto de ‘contribuir para o amadurecimento do mercado de comunicação’, interfere drasticamente no exercício do direito de informar e de ser informado assegurado pelo artigo 5.° da Constituição, que trata das garantias fundamentais.”

No terceiro editoral, o Estadão trata das falhas das ações da defesa civil federal para prevenção e combate a catástrofes naturais. “Um levantamento realizado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) indica falhas crônicas nas ações federais de prevenção e combate às catástrofes naturais. A auditoria – que ainda será votada pelo plenário do Tribunal – se concentrou no desempenho da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, subordinada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, na execução da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil entre 2012 e 2017.”

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