Imagem da Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

por Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

Editorial do Estadão desta terça-feira, 3, trata da chegada do coronavírus ao País e da necessidade de manter a calma ante à doença. “Uma onda de pânico e desinformação é mais perniciosa do que os efeitos do coronavírus por atribuir à doença uma gravidade muito maior do que a que ela tem na realidade. O diagnóstico de coronavírus não é uma sentença de morte, bem longe disto. Na esmagadora maioria dos casos, os sintomas são semelhantes aos de uma gripe simples (febre, tosse, coriza). Os casos fatais foram observados em pacientes que já eram suscetíveis a problemas respiratórios mais sérios, o que explica a baixa taxa de mortalidade da nova cepa do coronavírus, entre 2,5% e 3%.”

A doença também é tema de um texto dedico aos problemas que o coronavírus trará para economia mundial. “Os entraves ao crescimento devem provir, neste ano, de fatores já discutidos nas últimas semanas, como contração do comércio, paralisação de unidades produtivas, diminuição do turismo e ruptura do fornecimento de bens intermediários e de outros insumos. Alguns desses problemas, como a interrupção de fornecimento de componentes, já são observados, por exemplo, no setor de equipamentos eletrônicos. O relatório da OCDE apontou de forma genérica uma dificuldade já sentida no Brasil.”

O jornal ainda trata do comportamento do governo federal ante o motim de policiais militares no Ceará. E lembra que, ainda deputado, Jair Bolsonaro já havia apoiado revolta semelhante que aconteceu no Espírito Santo. “Sendo assim, não surpreende o tratamento brando que o governo federal dedicou aos policiais grevistas do Ceará, a ponto de o ministro da Justiça, Sérgio Moro, ter dito que estava tudo ‘sob controle’ no Estado no momento em que dezenas de pessoas eram mortas no surto homicida que se seguiu ao aquartelamento da PM. Também não surpreende que Moro tenha dito que os policiais “não podem ser tratados de nenhuma maneira como criminosos”, muito embora os grevistas – além de terem feito uma paralisação ilegal – tenham baleado um senador da República, aterrorizado comerciantes e tomado e incendiado veículos da polícia, entre outras barbaridades.”

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