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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

Editorial do Estadão deste sábado destaca que, “sem qualquer explicação, o governo brasileiro determinou a saída de quatro diplomatas e outros sete funcionários da embaixada e dos consulados do Brasil na Venezuela. É fato que as relações diplomáticas entre os dois países estão estremecidas desde o impeachment de Dilma Rousseff, passando pelo reconhecimento pelo Brasil, entre outras 50 nações, de Juan Guaidó como o presidente encarregado da Venezuela – contrapondo-o aos desmandos da ditadura de Nicolás Maduro – e pela grave crise migratória na fronteira. Mas o que teria levado o Itamaraty a decidir pela completa remoção do corpo diplomático baseado no país vizinho, ato que, na prática, equivale a um rompimento de relações? Até o momento, o Ministério das Relações Exteriores não disse e parece não ter a intenção de dizer. O Itamaraty afirmou que não comentará a decisão e tampouco o presidente Jair Bolsonaro. Explicações deveriam ser dadas. O ato é grave”.

O jornal também trata sobre a investigação da morte de 9 pessoas e 12 outras feridas durante um baile funk nas ruas de Paraisópolis, na zona sul da capital, em razão de tumulto surgido depois de uma ação da Polícia Militar (PM). “Segundo o relato da PM na ocasião, agentes de segurança perseguiam dois suspeitos, que entraram no baile como meio de fuga. A polícia, então, invadiu a festa, com cerca de 5 mil pessoas, dando continuidade à perseguição. Testemunhas relataram uso de bombas de efeito moral pelos policiais, o que teria provocado correria e aglomeração de pessoas nas vielas da localidade. Segundo os laudos, os nove jovens morreram por asfixia mecânica característica de pisoteamento.

Trinta e um policiais foram afastados dos serviços operacionais de rua e a Corregedoria da PM abriu uma apuração sobre as mortes e a responsabilidade dos agentes. Recentemente, o órgão da PM concluiu o inquérito sobre o caso. A morte dos nove jovens durante o baile funk aconteceu também em virtude da ação da PM no local, diz o documento assinado pelo capitão Rafael Oliveira Casella”.

Em outro editorial, o Estadão destaca que “o Brasil estaria bem melhor, se um governo feliz, confiante na economia e satisfeito com o crescimento de 1,1% em 2019 pudesse dinamizar o País. Mas a semana terminou com dólar ainda muito alto, mercado financeiro inquieto e muita insegurança quanto aos efeitos do coronavírus. Embora tentando exibir tranquilidade, o presidente da associação das montadoras de veículos, Luiz Carlos Moraes, lembrou o exemplo de outros países, onde medidas preventivas têm sido tomadas, e acabou num quase desabafo: “Ainda é cedo para falar em impactos do coronavírus no Brasil, mas não é melhor fazer algo para a bicicleta continuar andando em vez de esperá-la parar?”.

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