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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: o que dizem os editoriais

Equipe BR Político

Nesta sexta-feira, 13, editorial do Estadão trata do Covid-19, o coronavírus que tem assustado o mundo e que obriga a população a tomar medidas de precaução. “Como é natural, há ainda muitas questões médicas em aberto. Não se sabe, por exemplo, como o novo coronavírus se comporta em regiões tropicais, com maior temperatura. Ao mesmo tempo, já existem evidências científicas a respeito de pontos importantes quanto à transmissão do vírus e ao tratamento da doença. Sabe-se, por exemplo, que a covid-19 é muito mais letal para idosos, o que conduz a recomendações importantes. Pessoas acima de 70 anos devem ser especialmente cuidadosas, restringindo ao máximo as possibilidades de contágio.”

O jornal também relembra a cartilha lançada pelo Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos recomendando uma convivência respeitosa com jornalistas. E comenta que o presidente da República parece ter ignorado as sugestões contidas no livreto. “Desde que assumiu a Presidência da República, o modo como Bolsonaro se relaciona diariamente com repórteres colide frontalmente com essas orientações sensatas e fundamentais para o bom funcionamento do Estado de Direito. Basta ver, por exemplo, que no mesmo dia em que a imprensa divulgou o teor da cartilha, na portaria do Palácio do Alvorada Bolsonaro deu mais uma demonstração de grosseria. Indagado por um repórter sobre a proposta do governo para regulamentar o Orçamento impositivo, afirmou: ‘Está nas minhas mídias sociais. Você que a interprete, tem curso superior para isso’.”

O último editorial trata do pânico que tomou conta dos mercados financeiros e que causou quedas significativas na Bolsa de Valores brasileira. “Em situações de crise e muita insegurança, governos costumam dar um rumo, apontar um horizonte e indicar facilidades a empresários e consumidores, para estimulá-los a se mexer e a tomar riscos. Sem isso, quantos estarão dispostos a se endividar? Para quê? Se o Banco Central (BC) decidir novo corte de juros na reunião de seu comitê político, na próxima semana, e se houver sinais de repasse desse corte ao tomador final, a procura de dinheiro talvez aumente. O pessoal do BC deverá decidir, no entanto, num quadro fiscal especialmente confuso, com possível piora das contas federais. Será difícil evitar a piora, se for executado o gasto adicional de R$ 20 bilhões decorrente do aumento dos Benefícios de Prestação Continuada. Contra o veto presidencial, congressistas mantiveram esse aumento, diante de um Executivo inerte. Mas o País decola. Quem garante é o ministro.”

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