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por Vera Magalhães e Marcelo de Moraes

BRP Recomenda: O que dizem os editoriais

Equipe BR Político

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Neste domingo, 22, editorial do Estadão trata da solidariedade que tem sido marca do brasileiro nesta primeira semana de quarentena devido ao coronavírus. “Ainda que algumas autoridades não tenham se comportado à altura do cargo e das circunstâncias – outras muitas, deve-se reconhecer, atuaram com responsabilidade –, é um bálsamo constatar a capacidade de resiliência e superação de tantos brasileiros, diante de tão difícil situação. Esse modo de atuar demonstra não apenas a fortaleza de trabalhar e empreender em condições adversas, mas a capacidade e a sensibilidade de olhar o mundo para além dos problemas e circunstâncias pessoais. Se a pandemia do novo coronavírus expõe, por exemplo, graves deficiências do governo federal ou do sistema de saúde pública, ela também desvela o que há de melhor no País. Há esperança.”

Outro texto discute sobre a necessidade do Estado brasileiro continuar funcionando mesmo em meio a pandemia. “Num cenário de tantas incertezas em função da pandemia do novo coronavírus, é alentador observar as providências do Legislativo e do Judiciário para garantir a continuidade de suas atividades. Longe de eximir o Estado de funcionar bem, a crise atual exige uma pronta capacidade de decisão e reação do poder público. Além disso, não faz sentido – apenas agravaria o quadro – estancar o andamento de tarefas que podem ser realizadas remotamente. Desde a semana passada, muitos brasileiros cumprem suas tarefas profissionais dentro de suas casas. Não há razão para que o setor público atue de forma diferente.”

O último editorial do domingo trata sobre a origem do dinheiro utilizado para disseminar fake news pela internet. “É preciso apurar quem está financiando esses crimes virtuais, que tanto mal causam à democracia, às instituições e à honra das pessoas. A disseminação de fake news não é uma atividade caseira e despretensiosa, feita por pessoas isoladas. Trata-se de uma operação sofisticada, que se vale de ferramentas tecnológicas avançadas, com a finalidade de interferir e deturpar, de forma significativa, o debate público. Tudo isso envolve muito dinheiro. “

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